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1/2/2010

Campus Party 2010: eu estive lá…

Por Emerson Alecrim

… e registrei partes do evento em fotos. Para quem quiser conferir (talvez não funcione em determinados leitores de RSS):

Ao som de Theatre of Tragedy – Illusions.

17:52 | Interessante | comentar


25/1/2010

456 anos: Parabéns, São Paulo!

Por Emerson Alecrim

Interrompo o abandono deste blog para dizer algumas palavras em homenagem ao grande aniversariante de hoje: a cidade de São Paulo. Que me desculpem aqueles que só enxergam as coisas ruins desse lugar, mas São Paulo é uma cidade incrível e não há nada que me faça pensar o contrário.

Marginal Pinheiros - Por Wanderlei Celestino - SPTuris
Marginal Pinheiros – Por Wanderlei Celestino – SPTuris

Quem vem de fora e não é acostumado com grandes centros urbanos pode até se assustar ou se sentir intimidado com a magnitude de São Paulo, mas no fundo, ela é uma mãe. Há os que enxergam o lugar como uma complexa e cinzenta máquina, um local onde, embora populoso, as pessoas não conversam, não se cumprimentam, não se olham. Há aqueles que só enxergam São Paulo como a cidade das enchentes, da violência, do caos do trânsito, da disparidade social, do alto custo de vida, da poluição. Visão bem limitada essa!

Os problemas, é claro, sempre são mais evidentes, por isso, é preciso enxergar a alma de São Paulo para ver todas as coisas boas que a cidade oferece. Somente quem enxerga essa alma é que percebe que, sim, as pessoas aqui conversam umas com as outras, dão bom dia, riem, se olham e VIVEM. A diferença é que isso não acontece de maneira igual a outros lugares, simplesmente porque São Paulo tem um ritmo próprio, mais intenso.

Avenida 23 de Maio - Por Alexandre Diniz - SPTuris
Avenida 23 de Maio – Por Alexandre Diniz – SPTuris

E é essa intensidade que me faz ser apaixonado por essa cidade. São Paulo tem a missão de fazer as coisas acontecerem, por isso, se nega a parar. São Paulo, na verdade, é um Brasil dentro do Brasil, pois é formada, essencialmente, por pessoas que vieram de tudo o que é canto desse país. São Paulo é o lugar onde o riso e a dor se misturam, onde o descanso e o trabalho convivem, onde a alegria e a tristeza dão as mãos, onde o silêncio e o barulho são amigos.

São Paulo é a cidade que não se contenta em simplesmente existir, é um lugar que não se envergonha de mostrar que tem problemas, é uma criança hiperativa que gosta de ver pessoas tão diferentes e culturas tão distintas se misturando. São Paulo é a cidade que tem orgulho de seus moradores, mesmo não sabendo expressar isso.

Catedral da Sé - Por Jefferson Pancieri - SPTuris
Catedral da Sé – Por Jefferson Pancieri – SPTuris

E São Paulo hoje faz 456 anos mostrando que continua determinada, com um coração que bate sem vacilar, sem temer o futuro. É muito bom fazer parte disso! Parabéns, querida cidade, e muitos anos de vida ;)

Ao som de Aerosmith – Dream On.

10:09 | Interessante | comentar


22/12/2009

20 dicas para evitar problemas em suas viagens

Por Emerson Alecrim

Viajar é um negócio totalmente excelente! Eu adoro e, por conta disso, tento fazer ao menos uma viagem a cada dois meses. Embora não se possa dizer que eu seja um viajante experiente, descobri que algumas coisas podem dar errado até mesmo nas viagens mais tranquilas e curtas. Por conta disso, decidi colocar aqui algumas dicas para te ajudar a evitar problemas nos seus trajetos, sejam eles quais forem. Ah, é claro, se você tiver alguma dica para acrescentar – e deve ter, principalmente se for um viajante mais experiente que eu -, por favor, fique à vontade para inserí-las nos comentários. Vamos lá?

01 – Quanto menos bagagem você levar, melhor, mas um par de chinelos extra para você tomar banho não pode faltar. Mesmo! Isso evita que você tome um escorregão durante a ducha ou que seja contaminado por micoses, especialmente em banheiros de hotéis ou clubes;

02 – Se você for visitar uma cidade pequena ou um lugar muito distante, é uma boa ideia levar uma quantidade razoável de dinheiro “vivo”. Quem mora em grandes centros urbanos já está acostumado a utilizar cartões de crédito e débito, mas ainda há muitos lugares pequenos e distantes que não aceitam essas modalidades de pagamento;

03 – Meninas, acreditem, vocês ficam lindas de salto, mas nem sempre é conveniente usá-los. Ao fazer passeios turísticos, caminhadas ou mesmo um “rolê” durante a tarde com uma galera, utilize tênis ou, se a atividade for mais urbana, sandálias. Vocês ficarão muito mais confortáveis e aproveitarão melhor o momento. Pode parecer uma dica trivial, mas cansei de ver garotas passando por apuros por andarem com sapatos de salto alto nos lugares errados;

Dica extra: molequada chorando no avião? Use o porta-crianças! :D
Dica extra: molequada chorando no avião? Use o porta-crianças! :D

04 – A sua mochila pode estar lotada, mas sempre há espaço para uma sunga. Leve-a sempre, mesmo que banhos de piscina, rio ou mar não estejam previstos. Pular na água de cueca não é lá muito elegante. Ficar sem curtir a diversão também não, né? A dica vale para vocês também, meninas. Biquíni na bolsa é que o há;

05 – Sabia que não é todo lugar que conta com farmácia 24 horas? Se você tem predisposição a ter algum problema de saúde, como dores de cabeça ou incômodos estomacais, leve remédios apropriados com você (Aspirina, Sonrisal, etc);

06 – Água, meu amigo. Leva água! Sabia que muitos problemas que você pode enfrentar em um passeio ou em uma trilha, por exemplo, são causados por desidratação? Então coloque uma garrafinha d’água aí na sua mochila/bolsa;

07 – Toalha de rosto é outro item importante. Se estiver chovendo, ajuda a te secar, se estiver aquele calorão, ajuda a conter o suor. Então dê uma de “mochileiro das galáxias” e leve sempre uma toalhinha com você;

08 – Na hora de colocar camisetas na mochila ou na mala, dobre-as cuidadosamente e depois as enrole. Além de ajudar a economizar espaço, esse macete faz com que a roupa sofra menos amassos durante o transporte. Dica comprovada e aprovada;

Camiseta enrolada não amassa fácil!
Camiseta enrolada não amassa fácil!

09 – Leve meias e peças íntimas dentro de uma sacola na mala/mochila. Além de manter a discrição caso você tenha, por algum motivo, que tirar esses itens da mala/mochila em público, ajuda a separá-las das roupas limpas depois que você utilizá-las;

10 – Compre suas passagens com o máximo de antecedência. Você pode conseguir ótimos descontos promocionais. Essa dica é válida principalmente para passagens de avião, mas é possível conseguir alguma coisa para ônibus também;

11 - Falando em viajar de ônibus, é uma boa ideia sair do veículo quando este parar naqueles restaurantes de beira de estrada. A não ser que você esteja em uma poltrona-leito, você terá pouca mobilidade durante a viagem, portanto, levantar e caminhar um pouco farão bem à sua circulação sanguínea;

12 – Ao viajar de avião ou mesmo de ônibus, leve objetos de valor, como notebooks, câmeras digitais e videogames portáteis na sua bagagem de mão. Alguns espertinhos parecem ter faro para achar esses itens em malas quando os donos estão longe. Em caso de paradas, leve sua bagagem de mão com você ao sair do veículo;

13 – Deixe as pessoas mais próximas de você cientes dos lugares que você vai visitar (cidades, hotéis, pousadas, etc). Ocasionalmente, ligue para essas pessoas informando se está tudo bem. Não é nada legal deixar parentes preocupados por falta de notícias;

14 – Sempre que possível e se você conhecer razoavelmente as redondezas do local, pegue táxi fora de rodoviárias e aeroportos, isto é, “táxis de rua”, pois quase sempre são mais baratos. Se isso não for possível, utilize somente serviços de taxistas credenciados à rodovidária ou ao aeroporto. Geralmente, funcionários do lugar sabem indicar onde encontrá-los;

15 – Sua viagem está porreta de boa e você está registrando tudo em vídeos e fotos, né? Muito bem! Aproveite para conseguir uma conexão à internet assim que possível para passar isso tudo para serviços on-line, como Flickr, Picasa, Dropbox, Skydrive, entre outros. Por que? Porque perder câmeras ou cartões de memória é mais comum do que você imagina;

16 – Deixe um cartãozinho com seu nome e telefone dentro de sua bagagem. Alguém pode ter uma mala igual a sua e pegá-la por engano, por exemplo, ou então você pode esquecê-la em algum lugar. Se pessoas honestas encontrarem sua bagagem, procurarão por alguma informação que permita encontrar o dono;

17 – Está fazendo uma viagem longa? Melhor dormir, não? Seja no carro, seja no ônibus, seja no avião, seja onde for, escute músicas bem suaves, de preferência com fones de ouvido que reduzam o ruído externo. Utilize também máscaras de dormir para evitar as luzes. Eu faço isso em minhas viagens longas e consigo dormir bem pra caramba! Se você não quiser ouvir música (eu ouço porque me faz relaxar) ou tiver restrições quanto a isso (no avião, por exemplo), pode usar tampões de ouvido;

Kit sono: funciona, exceto se você ouvir Slayer ou Pantera, por exemplo
Kit sono: funciona, exceto se você ouvir Slayer ou Pantera, por exemplo

18 – Homens (porque mulheres já fazem isso), usem uma necessaire para levar escova de dente, xampu, desodorante, sabonete e outros itens de higiene. Fica muito mais fácil de transportar e localizar o que você precisa. Além disso, necessaires não afetam nem um pouquinho sua opção sexual, portanto, podem usar sem medo;

19 – Nunca, jamais, de modo algum tome bebidas alcoólicas antes de viajar, a não ser que você queira passar a maior parte do trajeto dentro do toalete do avião ou do ônibus. Já viajei alcoolizado com a desculpa de querer dormir facilmente e posso garantir: é pedir para passar vergonha! Não preciso nem dizer que o mesmo vale para comidas pesadas, né?;

20 – Sempre que possível, use roupas leve e confortáveis em trajetos longos. Se você estiver indo a um evento importante, considere se vestir melhor no hotel, por exemplo. As meninas devem evitar saias curtas ou blusas com decote, a não ser que não se incomodem com os olhares alheios. Junto a isso, evite usar perfumes fortes para não incomodar os demais passageiros. Você não precisa viajar como um pé-rapado, mas também não precisa fazer aquela produção visual.

Pois bem, são essas as dicas. Espero que você possa aproveitá-las, pelo menos em parte. E se tiver algo mais a acrescentar, é só mandar ver aí nos comentários. Depois disso, é só curtir a paisagem ;)

Não é bem dessa paisagem que eu estava falando, mas tudo bem...
Não é bem desse tipo de paisagem que eu estava falando, mas tudo bem…

Ao som de Diablo Swing Orchestra – A Tap Dancer’s Dilemma.

0:41 | Interessante | 2 comentários


12/11/2009

Ontem faltou água, anteontem faltou luz

Por Emerson Alecrim

Sei que metade da blogosfera está falando sobre o assunto, mas eu tinha que escrever a respeito. Eu estava bem aqui, na frente do meu PC, quando soltei no Twitter: “Merda!!! Acabou energia aqui!”. Mal sabia o que vinha pela frente. Podia ter aproveitado os 10 minutos de energia que meu nobreak oferece e permanecer diante do computador, mas preferi ir até a cozinha para pegar velas e fósforo. Chegando lá, um susto daqueles: a lâmpada da cozinha estava semi-acesa e como meus olhos ainda não haviam se acostumado à escuridão, pensei que aquela luz fraca era tudo, menos algo deste mundo.

Tão logo me recuperei do susto, percebi que os LEDs da TV e do aparelho de som estavam acessos, mas nenhum dispositivo ligava. Intrigado, fui ao corredor do prédio, onde os vizinhos relataram o mesmo fenômeno. Daí percebi que aquela não era uma interrupção de energia comum, causada por motoristas que usam o poste como freio. Minutos depois o prédio ficou completamente às escuras, sem LED ou lâmpada paranormal para contar a história.

Bom, voltei pra casa, acendi as tais velas e peguei meu smartphone, que até então tinha servido de lanterna, para utilizar a rede 3G. Sem sinal. Fiquei tentando algum milagre com o aparelho até que meu irmão ligou aqui em casa e relatou que o centro de São Paulo também estava no breu e que o Metrô estava parado. Minhas suspeitas estavam certas, ninguém havia utilizado um poste do bairro como freio para o carro.

O LED da câmera do smartphone serviu com lanterna
O LED da câmera do smartphone serviu com lanterna

Mas como obter alguma informação? Sem internet, sem televisão, sem celular, meu irmão que estava no centro da cidade não sabia bem ao certo o que aconteceu… Enfim, eu estava isolado do mundo! Antes de entrar em pânico ou apelar para as vizinhas fofoqueiras, me auto sugeri a mim mesmo ouvir música e esperar. Peguei meu MP3-player, coloquei os fones de ouvido e… Bingo! O aparelho tinha rádio FM e eu nem lembrava!

Só que havia um problema: a última vez que eu ouvi rádio por livre e espontânea necessidade foi no século passado (sem exagero!), então não sabia nem que rádio sintonizar. Daí fiquei mudando de frequência até achar uma rádio que tivesse alguém falando algo sobre a falta de energia. Enquanto isso, lembrava que antigamente fazia isso usando um botão analógico. Estou ficando velho…

Não demorou muito e achei uma rádio com a notícia que eu queria, a CBN. Foi daí que descobri que se tratava de um apagão que havia atingido vários estados e tal. Pensei em ir ao corredor para dar a notícia aos colegas de prédio, mas mudei de ideia no meio do caminho quando ouvi duas vizinhas dando graças porque a novela havia acabado antes da pane.

Permaneci ouvindo rádio ao mesmo tempo em que pensava no quanto as tecnologias mais recentes haviam me deixado na mão, exceto o LED do smartphone que serviu de lanterna. Mas não demorei muito para lembrar do porquê de eu ter largado rádio: músicas cortadas, excesso de propagandas e, no caso daquele momento, falatório demais e informações repetidas.

FM no meu MP3-player. Nem lembrava...
FM no meu MP3-player. Nem lembrava…

Tempos depois decidi tentar o celular novamente e, para a minha alegria, obtive sinal e conexão com a rede 3G. Graças ao Twitter, consegui saber quais locais foram atingidos, que vias de São Paulo apresentavam problemas de trânsito, onde a energia já voltara, enfim, consegui obter as informações que eu precisava.

Fiquei cerca de duas horas no Twitter e depois fui dormir. Acordei de manhã já com energia em casa e, dentro do possível, percebi que todo mundo começou a voltar à sua rotina. Mas eu fiquei pensando no quanto esse acontecimento foi importante em termos de comunicação. Pela primeira vez, diante de um problema sério e de abrangência nacional, consegui manter contato com dezenas de pessoas de localidades diferentes graças a um smartphone com acesso à internet e ao Twitter.

O rádio, como há décadas faz, cumpriu o seu papel informativo, mas com o Twitter a experiência foi diferente. Não havia um ponto central de informação, todo mundo era elenco e plateia ao mesmo tempo. Todo mundo contribuía com informações ao mesmo tempo em que as consumia. É claro que não faltaram piadinhas para descontrair: “chama o Zina, brilha muito no apagão”, “quem não tem luz põe o dedo aqui (na tomada)” e assim por diante.

Não que eu queira passar por um apagão de novo – a lâmpada paranormal da cozinha me deixou traumatizado -, mas não posso negar que achei a experiência interessante e até divertida. E ainda sobrou espaço para eu ficar imaginando como é que as pessoas em cada canto do planeta narrariam o fim do mundo pelo Twitter…

Teve torcida gritando quando a luz voltou…

Ao som de Legião Urbana – Eu era um Lobisomem Juvenil

2:06 | Inusitado | comentar


17/10/2009

O jeito paulistano de atravessar a rua

Por Emerson Alecrim

Por que a galinha atravessa a rua? Para chegar ao outro lado. Apesar de ser uma piada “hilária”, tenho que concordar com ela, mesmo porque eu atravesso a rua pelo mesmo motivo (você não?). O problema é que, no último final de semana, me fizeram uma pergunta “igual, mas diferente”: Por que você NÃO atravessa a rua? Para esperar o carro passar, ué!

Eu estava em Campo Mourão, Paraná, andando calmamente pela cidade com a minha prima durante uma noite muito bonita. Atravessamos a primeira rua tranquilamente. A segunda, idem, mas na terceira eu parei e minha prima continuou. Daí ela olhou para trás e fez a tal pergunta. Desde então, cada vez que íamos atravessar uma rua, ela dizia que eu podia fazê-lo imediatamente, sem medo, porque os carros iam parar. E paravam. Mesmo sabendo disso, eu instintivamente hesitava em toda e qualquer travessia, fazendo minha prima achar graça daquilo.

Então expliquei que em São Paulo as pessoas estão acostumadas a atravessar a rua somente depois de os carros passarem, exceto quando os veículos estão muito longe ou quando algum gentil motorista para e sinaliza para que os pedestres atravessem. Até mesmo quando o farol (denominação tipicamente paulistana para “semáforo”) fecha, muitas pessoas só atravessam a rua quando todos os veículos param. Eu sou uma delas e mais de uma vez me senti aliviado por agir assim…

Jeito
Jeito “Beatles” de atravessar a rua

Passei então a pensar no assunto. No dia seguinte, fui para Maringá. Em uma visita anterior à cidade descobri por outros primos que se você parar numa faixa de pedestre e esticar o braço, o motorista que estiver vindo vai parar o carro (ou ao menos deveria, pois me parece que essa é uma prática recente por lá), comportamento esse que é bastante comum em Brasília, aliás.

Sozinho, sem ninguém para utilizar como cobaia ( :D ), resolvi fazer o teste por conta própria: parei em uma faixa, estiquei o braço rapidamente e… Bingo! O motorista parou como se fosse a coisa mais normal que existe. Se eu fizesse isso em São Paulo, o condutor ia pensar que eu estava acenando para um ônibus logo atrás ou que estava pedindo carona. Ou que eu era um retardado mesmo. Com base nas duas vezes em que estive por lá, acredito que no Rio de Janeiro não ia ser muito diferente…

Independente do lugar em que eu esteja, prefiro continuar com o método paulistano de atravessar a rua. Pode me deixar mais lento, mas ao menos sei que funciona, tanto é que orientei meus primos paranaenses a agirem da mesma forma quando estiverem em São Paulo. E a galinha? Bom, ela sabe muito bem o que fazer: ao invés de voltar ou de acelerar o passo para fugir do carro, ela segue na mesma direção e sentido do veículo até que este finalmente a alcance. Esperta ela: já que vai morrer mesmo, ao menos morre com muita “emoção”…

Ao som de Battlelore – Moontower.

4:48 | Cotidiano | 5 comentários


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