- Hahahahaha… Por que te apelidaram de Alecrim? – uma recém-conhecida colega de trabalho.
- É meu nome…
- Ahh…
- Tá engordando também, Emerson? – minha tia do interior.
- Não, tô grávido.
- Você sempre é bravo assim? – vendedora chata de uma loja chata.
- Só quando acordo com bom humor.
- Senhor, meus parabéns! Você acaba de se tornar um membro da família UOL! – telefonista do UOL (dãããã…).
- Que bom! Terei direito à herança? A uma cota de ações, talvez?
- Qual o seu nome? – Recepcionista de um prédio qualquer da Av. Faria Lima.
- Emerson Alecrim.
- Pode repetir, por favor?
- Emerson A-le-crim.
- Escreve aqui, por gentileza?
- Ok.
- Er… pode escrever seu nome verdadeiro, por gentileza?
- Não é melhor verificar no meu RG?
- É mesmo, né? Err… você deve odiar quem te deu esse nome, né?
- Há nomes piores [o dela era algo como “Rosilene”]…
- Cheque ou cartão? – Caixa de uma loja de shopping.
- Dinheiro “vivo”.
- Mas no cartão você pode parcelar em 6 vezes.
- Prefiro pagar à vista.
- Mas hoje em dia tá fora de moda pagar em dinheiro…
- Mas sabia que hoje em dia é moda reclamar com o gerente?
- Tem fogo? – Um idoso qualquer na rua.
- Não tenho.
- Que merda, ninguém fuma nessa bosta!
- Olha a pizza! OLHA A PIZZZZZZAAAAAAA!!! – Entregador que levava pizza pro vizinho.
10 minutos depois:
- OLHA A PIZAAAAA, CACETE!!!
- Pó, pára de gritar aí! Entra logo e entrega a pizza na porta da mulher!
- Mas tá trancado!
- Gire a maçaneta no sentido contrário… Isso aí!
- Ah, valeu!
- Que burro! Escreveu açougue com ç! – Meu irmão caçula.
- Dãããã! Queria que fosse com ss? – Meu irmão do meio.
- E não é?
Ao som de Tristania – Wasterland’s Caress.
