Crianças, simplesmente
Por Emerson Alecrim
História 1: Iowa, EUA. Uma mãe desesperada chama a polícia porque sua filha de 6 anos de idade havia desaparecido. Em pouco tempo, policiais, bombeiros, familiares e vizinhos se unem e começam a procurar a menina. Já passava da meia-noite, quase 5 hora do início das buscas, mas não havia sequer uma pista da garota. Até que alguém teve a idéia de olhar debaixo da cama e, adivinhe? Lá estava a menina! Brincando, ela entrou debaixo do móvel e acabou adormecendo…
História 2: três garotos na faixa dos 8 anos estão na rua e decidem brincar de acidente. Um vai até a cozinha de sua casa e, sem ninguém perceber, pega uma embalagem de catchup. Em comum acordo, outro deles se passa por acidentado. Para isso, tira a camiseta e joga catchup em seu tórax para simular sangue. Enquanto isso, os outros se passam por socorristas, tentando carregá-lo. A irmã mais nova do “acidentado” observa a cena desde o início e, sabendo que seu irmão poderia levar uma baita bronca, chama a sua mãe. A mulher, quando viu seu filho quase desmaiado e cheio de “sangue” sendo carregado pelos colegas, caiu de joelhos e começou a berrar. Só parou quando um vizinho lhe convenceu de que os moleques estavam apenas brincando. Dizem que o “acidentado” ficou mais de um mês sem poder brincar. Ocasionalmente, alguém lhe via na janela olhando para a rua, como se implorasse para alguém deixá-lo sair. Ah, sua irmã recebeu o mesmo castigo…
História 3: um moleque de 7 anos recebeu 10 reais para comprar refrigerante para a vizinha. Ao chegar no mercado, não encontrou o dinheiro em sua blusa. Envergonhado, voltou e disse que havia perdido a nota. A vizinha lhe diz que tudo bem, que não precisava se preocupar, pois isso acontece, e lhe entregou uma nota de 5 reais. Ele foi ao mercado novamente, comprou o refrigerante e voltou para entregá-lo à vizinha. Esta lhe recompensou deixando-o ficar com o troco, embora o garoto relutasse, devido a sua falha. Mas o menino lembrou de que havia recebido um cupom promocional do mercado e o procurou em sua blusa para entregá-lo à mulher. Quando tirou o papel, percebeu que, sem explicação alguma, o cupom havia se transformado em uma nota de 10 reais. A vizinha ficou brava no mesmo momento, lhe aplicou o maior sermão e ficou de ter uma conversinha com sua mãe. Pensou que o moleque agiu de má fé para ficar com a nota de 10 reais, quando, na verdade, ele havia apenas se atrapalhado ao procurar o dinheiro.
Pois bem, a primeira história aconteceu recentemente, de acordo com esta matéria. É por isso que gosto de sites como Digg.com e meneame.net (neste último é que encontrei essa página), pois sempre aparece alguma notícia assim. Esse acontecimento me fez lembrar da segunda história, contada aos risos por um colega de trabalho. Também lembrei da terceira história, com o diferencial de que o moleque que virou malandro sem querer era eu mesmo. Na época, nossa moeda era cruzeiro ou cruzados, não me lembro bem, mas adaptei para reais para facilitar a compreensão.
Dessas três histórias, digo só uma coisa: essas crianças esses adultos…
Ao som de Xandria - Salome.
19:20 | Inusitado | 3 comentários
