Conforme eu relatei no Blog InfoWester, no último domingo, dia 16 de setembro, assisti ao Video Games Live 2007, em São Paulo, na casa Via Funchal. Ao contrário de 2006, dessa vez fui devidamente “armado” com a minha câmera digital, e pude tirar fotos e fazer vídeos. Os vídeos, é claro, publiquei no YouTube, enquanto que as fotos ficaram no Picasa.

Acontece que, no YouTube, há uma opção chamada Links, que mostra os links que apontam para o vídeo em questão. Na página do vídeo de Medal of Honor, um desses links apontava para a página de vídeos favoritos de Fernanda Schleder, no Orkut. Ela colocou na descrição desse vídeo “Sou eu tb!”. Quando li isso, estranhei, é óbvio, e rapidamente comecei a pesquisar. Não demorei muito para descobrir que ela era a cantora lírica que estava no vídeo e que fez os solos de várias músicas, entre elas, os temas de Myst e Medal of Honor. Como disse, foi neste último que descobri tudo, por isso o mostro a seguir:
É ou não é uma grande coincidência? Descobrir que uma das pessoas que está “linkando” o vídeo que gravei é justamente a que aparece com destaque na gravação. E foi assim que eu pude conhecer quem era a mulher que deixou todo mundo arrepiado com sua voz no Video Games Live.
Curiosamente, ela “linkou” justamente o vídeo em que eu falei que ela ia “estourar o led da minha câmera”, fazendo alusão ao timbre de seu solo de voz. Mas acho que ela entendeu que esse comentário foi brincadeira
Um post clichê e ironicamente diferente do anterior, é verdade, mas acontece que a última quinta-feira, 6 de setembro, foi uma data esquisita. Foi o dia em que o mundo sentiu a morte de Luciano Pavarotti (mas o dia não foi estranho só por isso, logo você verá). Apesar de não ser um fã de carteirinha desse italiano nascido em 1935, desde de criança lhe tinha grande respeito. Lembro até de tê-lo visto na TV ao lado de José Carreras e Plácido Domingo numa noite qualquer, logo depois de ter chegado em casa com a minha mãe. Aquelas três vozes poderosas me impressionaram, e eu, com a certeza que só as crianças tem, disse que um dia cantaria de igual forma.
Ao ler o livro Discworld – A Cor da Magia (aliás, preciso desesperadamente ler os outros livros dessa série), comecei a desconfiar que, quando quer, a Dona Morte consegue ter bom humor. Mas, hoje, tive certeza disso! Sim, pois eu não vejo outra explicação para isso, a não ser doses bem sacanas de humor. Sabe como é, o conceito de bom humor da Dona Morte é diferente do nosso…