Conversas que “mudaram” a minha vida em 2007
Por Emerson AlecrimAssim como aconteceu em 2005 e em 2006, abaixo segue uma lista das conversas que “mudaram” a minha vida em 2007:
- Bom dia! O senhor poderia responder a uma rápida pesquisa? – entrevistadora chata no Metrô.
- Não vai dar, estou atrasado para o trabalho, moça.
- Não tem problema. Você vai se atrasar de qualquer forma. O Metrô está com problemas nesse momento…
- Tudo bem com a senhora? – vó de um colega meu.
- Er… Senhora???
- Ai, desculpa, querido. Pensei que havia uma mulher sentada ao seu lado…
- (Eu, heim!)
Estava olhando um notebook na vitrine de uma loja, quando um vendedor aparece:
- Olá, posso ajudá-lo?
- Não, obrigado, só estou dando uma olhada.
- Ok, fique à vontade. É um notebook muito bom esse aí, já vem com internet “embutida”!
- Internet embutida?! E como é isso?
- É que ele não precisa de linha telefônica para se conectar à internet. Ele se conecta automaticamente pelo ar!
- Sei…
- Sua pressão está um pouco alta…
- É, deve ser a tal síndrome do avental branco…
- Huum… Gostaria que eu me vestisse de rosa?
- Sem roupa seria melhor! – não resisti, a médica era bonitona, hehehe…
- Me desculpe, mas eu tenho síndrome do paciente tarado!
- Devia ser ginecologista, então.
- E você acha que só existe homem tarado nesse mundo?
- Bom, eu nunca tive a “sorte” de encontrar uma mulher tarada…
- No seu caso, é fácil perceber o porquê… – fiquei com a cara do Quico perguntando: o que será que ela quis dizer com isso?
Essa foi recente: a mãe do Lucas, um amigo meu, diz algo que o irrita. Ele argumenta:
- Minha mãe acha que eu sou retardado!
Sua mãe responde:
- Acho?!
Ao som de Opeth – Night and the silent water.
14:44 | Inusitado | 5 comentários
Na chuvosa manhã de hoje, acompanhei um colega até uma locadora de vídeos. Dizendo ser fã de Snoopy e sua turma, ele procurava o filme “Um garoto chamado Charlie Brown”. Um clássico, que eu já tive o prazer de assistir mais de uma vez e que assistiria novamente, caso encontrasse um DVD ou mesmo um VHS na locadora. Sabendo que poderia perder tempo procurando o filme, meu nobre colega se dirigiu a uma balconista, que pediu para aguardarmos alguns instantes. Quando voltou, ela trazia em mãos caixas de CD e DVDs do Charlie Brown Jr, a banda…
A resposta que tivemos foi um “ah, tá, esse não tem”, mas eu tive a impressão de que ela disse isso apenas para encerrar o assunto e se livrar logo da gente. A minha indignação só me permitiu dizer que, se eu encontrar o filme à venda em algum lugar, darei a ela de presente de natal.
No final de 2006, o Bruno Alves me convidou para