Diretamente da Coréia do Sul: Melona!
Por Emerson AlecrimO ano de 2007 passou sem eu ter feito uma única visita demorada à Liberdade, o bairro mais japonês de São Paulo. No entanto, estive por lá no último sábado, em companhia do Claudio Freitas. Andando pelas ruas do local, notei que uma infinidade de pessoas tinha algo que parecia um “picolé retangular” em mãos. Quase todos eram de uma cor verde clara, mas eventualmente aparecia alguém com um picolé no mesmo formato, mas rosa ou amarelo. Até que eu não resisti e perguntei ao Claudio se ele sabia o que era aquilo: simplesmente uma delícia chamada Melona!
Era tanta gente com Melona nas mãos e tantas lixeiras lotadas de embalagens vazias do produto (como estamos no Brasil, havia embalagens no chão também), que resolvi experimentar. Paramos em um ponto de venda e pedimos o Melona mais tradicional, de sabor melão. De início, não gostei de ter que pagar 3,50 reais por esse inusitado sorvete, mas levando em consideração que se trata de um produto importado, resolvi deixar de ser pão-duro por alguns segundos.
Após experimentar o Melona, me arrependi de ter ficado tanto tempo sem andar pela Liberdade. Cara, esse sorvete é muito bom! Além do delicioso sabor, o Melona parece um sorvete de massa, só que mais concentrado e consistente. Tem até cheiro! Gostei tanto, que pensei em experimentar os outros sabores que vi por lá (morango e banana), mas resolvi deixar para outro dia.
Assim que pude, procurei por mais informações sobre o Melona na internet, já que, até então, apenas sabia que esse é um sorvete desenvolvido na Coréia do Sul. Descobri algumas coisas curiosas. Uma delas é a de esse produto foi lançado em 1991 e, por vários anos, bateu recordes de venda. Ou fato é que, além da própria Coréia e da Ásia em si, o Melona também é bastante comercializado nos EUA e - adivinhe - no Brasil.
Mas não é todo mundo que vê o Melona com bons olhos, e os motivos são compreensíveis: não se pode dizer que o sorvete é saudável, afinal, é rico em corantes, conservantes e outras substâncias que, se não fazem mal à saúde, bem é que não fazem. Mesmo assim, não vejo problema em tomar um ou outro de vez em quando. Eu preciso lembrar disso: de vez em quando, de vez em quando…
Ao som de Dominia - With pain into eternity.
18:30 | Interessante | 5 comentários
