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16/3/2007

Guia da Música Clássica: um achado!

Por Emerson Alecrim

Embora não faça isso com perfeição, sou do tipo que controla bem os gastos, mesmo porque o Leão leva mensalmente parte do que ganho, fazendo com que eu tenha que apertar o cinto de vez em quando. Mas, tem uma coisa que é capaz de quebrar esse meu… digamos, “auto-controle financeiro”: livros.

Leio desde os 7 anos de idade, quando descobri que a leitura é muito mais do que uma mera interpretação de um conjunto de palavras, por isso não me importo com quem considera esse “vício literário” uma característica de CDFs, nerds e outros rótulos.

Minha última aquisição une a leitura com outra coisa que gosto: música. Trata-se Guia da Música Clássica, livro editado por John Burrows e lançada pela Jorge Zahar Editor. Como disse no título deste texto, é um verdadeiro achado! O guia é uma fonte de informações poderosa sobre a música clássica, pois trata de seu contexto histórico, dos instrumentos, dos compositores e de suas obras, tudo de maneira compreensível e extremamente organizada. No início do livro também há uma introdução à música, o que ajuda os mais leigos (como eu) a entender conceitos como notas, oitavas, harmonia, ritmo, entre outros.

Minutos antes de escrever esse texto, li um trecho que descrevia os instrumentos de uma orquestra, incluindo alguns que ficaram obsoletos e que hoje fazem parte da história da música clássica. A variedade de instrumentos de sopro, por exemplo, é muito grande, tanto que eu, agindo como qualquer desentendido no assunto, chamaria todos de “flautas” se não lesse a descrição de cada um.

Em resumo, ler esse livro é como assistir a um documentário da Discovery Channel, só que em papel e com uma riqueza de detalhes bem maior. Creio que a obra seja pouco útil a músicos profissionais ou a estudiosos do assunto, mas para leigos e simples amantes da música, é algo que vale cada centavo investido. E não pense que música clássica é coisa apenas para intelectuais. Você certamente já ouviu o trecho de algum clássico em algum lugar e, mesmo sem perceber, pode ter gostado.

Se você se interessou pelo livro, talvez tenha alguma dificuldade em achá-lo, pois se esgotou na maioria das livrarias. Em todo caso, procure-o por seu ISBN para facilitar a busca em lojas on-line, caso prefira esse meio: 8571109117. Boa leitura!

Ao som de Symphony 1 - Beethoven (tinha que ser algo do tipo, né?).

0:10 | Entretenimento | 1 comentário


20/11/2006

Video Games Live: eu fui!

Por Emerson Alecrim

Ontem (19/11/2006) tive o privilégio de ir com alguns amigos no Video Games Live, espetáculo ímpar que aconteceu aqui em São Paulo, na casa Via Funchal. Foi uma das apresentações mais incríveis que já vi, principalmente porque reuniu duas coisas que gosto bastante: orquestra e jogos.

O Video Games Live é um espetáculo criado e comandado por dois nomes de peso no mundo dos games: Tommy Tallarico e o maestro Jack Wall, ambos responsáveis por muitas das canções criadas para jogos. A idéia é apresentar com uma orquestra e um coral as músicas mais marcantes dos games de maior sucesso juntando, para isso, efeitos de luzes, lasers e imagens em telões. Em São Paulo, Jack Wall regeu a Orquestra Sinfônica Jovem da Unicamp e o coral da Academia Concerto.

As músicas apresentadas causaram grande empolgação. Tocaram temas de jogos como Metal Gear Solid, Castlevania, God of War (a música que mais me deixou arrepiado), Tomb Raider, Zelda, Sonic (uma das mais aplaudidas), Mario (muito bom, não poderia faltar), Final Fantasy VII e VIII, Civilization, Halo, entre outras. Como se fosse um brinde, apresentaram também uma música que homenageava os desenhos da Disney.

A apresentação também contou com a presença de Martin Leung, mais conhecido como Video Game Pianist, um jovem chinês que ficou famoso por interpretar músicas de jogos no piano. Ele tocou o tema de Super Mario Bros de olhos vendados e fez uma coisa que me surpreendeu: tocou a música do jogo Tetris, levando a platéia à loucura. Martin foi, merecidamente, aplaudido de pé.

Os pequenos detalhes também serviram para elevar a qualidade do show: durante o intervalo, o telão exibia um aviso e uma barra que dizia algo como “loading game”, simulando um jogo em carregamento. Quando os músicos voltaram, a mensagem dizia que o show foi carregado por completo e que bastava pressionar Start ou bater palmas para a apresentação recomeçar. Simplesmente genial, sem contar que, nesse momento, Jack Wall simulou um chute na caixa de lasers, no palco, em alusão ao tropeção que o aparelhou lhe causou logo no início do show, causando risos não só pelo acontecimento em si, mas pelo jeito engraçado que ele lidou com isso.

Pois é, foi inesquecível. Orquestra e coral de primeira, o pianista dando seu show, gente interessante (sim, também havia mulheres bonitas, jogos não são só para homens), músicas emocionantes, casa bacana, o pessoal (inclusive eu) trocando mensagens pelo Nintendo DS (e até disputando algumas partidas), enfim. Ali, naquele dia, a virtualidade dos jogos se misturou à nossa realidade e o resultado não poderia ter sido melhor. Não teve “game over” para ninguém.

Foto promocional do Site Herói - não levei câmera =D

Ao som de Pantera - Planet Caravan.

16:44 | Entretenimento | 5 comentários


19/8/2006

DuckTales: os Caçadores de Aventura

Por Emerson Alecrim

Tio Patinhas, Pato Donald, Mickey, Pateta, Maga Patalógica, Madame Min, os trigêmeos Huguinho, Zezinho e Luisinho, os Irmãos Metralha, Zé Carioca, Margarida, Minnie, Pluto, Mancha Negra, Gastão, Professor Pardal, Madame Patilda, Peninha, Mac Mônei, Capitão Bóing e tantos outros personagens da Disney tiveram grande importância em minha vida: tomei gosto pela leitura lendo gibis dessa turma. Algumas histórias eram tão envolventes que me lembro delas até hoje. A mais marcante foi uma em que o Pateta e o Mickey tentam desvendar crimes de roubo de jóias. O Pateta, como todos sabem, não é sinônimo de inteligência, mas teve uma participação importantíssima para resolver o caso. À época, isso me ajudou a entender a importância de valorizar as pessoas do jeito que elas são.

Tão à vontade estava com esses “seres”, que lembro das características de cada um até hoje, mesmo dos mais desconhecidos. Mas a simpatia por eles não veio só dos gibis, mas também de um desenho espetacular, tão bem produzido quanto os antigos gibis da Disney: DuckTales: os Caçadores de Aventura. Sei que o desenho foi exibido por muito tempo no SBT (inclusive a música de abertura é cantada por Luiz Ricardo, que já interpretou o palhaço Bozo e está até hoje na emissora de Silvio Santos), mas me parece que também foi transmitido pela Globo, no programa da Xuxa (eca!).

DuckTales conta as aventuras (e que aventuras!) de Tio Patinhas com seus sobrinhos Huguinho, Zezinho e Luizinho, à busca de tesouros. Ainda fazia parte do “elenco” personagens cativantes, como o Capitão Bóing (um piloto de avião atrapalhadão), a doce Patrícia (uma patinha que não lembro de onde é), o Professor Pardal e inimigos respeitáveis, como os Irmãos Metralha, a bruxa Maga Patalógica (gosto dela porque ela parece uma gótica :D) e a “versão do mau” de Tio Patinhas, Mac Mônei. Ah sim, Pato Donald aparecia de vez em quando. Na história, ele foi para a Marinha, motivo pelo qual os irmãos Huguinho, Zezinho e Luizinho ficaram com Patinhas.

Ainda havia participações especiais de personagens curiosos, como Gastão, um pato extremamente sortudo em tudo, menos em sua intenção de conquistar Margarida, a amada de Donald. Tinha também Patacôncio, outro ricaço, que vivia tentando provar que era mais rico que Tio Patinhas, mas era “apenas” o terceiro: Mac Mônei estava à sua frente.

Com trilha sonora empolgante, uma animação muito bem feita, episódios alucinantes e engraçados, DuckTales marcou época e deixou saudades. Era muito bom chegar da escola, pegar um lanche e ir pra frente da TV assistir o desenho. E ainda teve um filme, igualmente fantástico. Quem sabe ainda o encontre na locadora… No vídeo abaixo, é possível ver a abertura brasileira do desenho:

Ao som de “Tema de abertura de DuckTales” (claro, né?).

2:45 | Entretenimento | 13 comentários


14/8/2006

As aventuras de TinTin

Por Emerson Alecrim

expressei uma vez o quanto gosto dos clássicos desenhos da TV Cultura (TVE em alguns lugares). Um que não citei, mas que foi igualmente marcante é TinTin, ou melhor, As Aventuras de TinTin. O desenho, na verdade, é um clássico dos quadrinhos e teve sua origem na Bélgica, em janeiro de 1929, pela mente criativa de Hergé (Georges Rémi). Os livros de TinTin são vendidos até hoje, inclusive no Brasil, pena serem tão caros.

Comecei a gostar do desenho logo de cara, na abertura. Esta toca uma música fabulosa e empolgante, tanto que por meio dela tomei gosto por canções que contam com a participação de orquestras. Quando os episódios começavam pra valer, percebia que a bela música era mais do que adequada. Com personagens carismáticos, não tinha como não gostar. A começar com o próprio TinTin, um jornalista inteligente e que vive se metendo em enrascadas para solucionar algum crime ou mistério. Ele é acompanhado de seu inseparável cão, o esperto Milu.

TinTin

TinTin tem como amigo o Capitão Haddock, que caiu na graça de muita gente por seus hilariantes jargões e xingamentos, como “por mil macacos”, “parasita”, “com mil milhões de raios e trovões”, “sua ameba”, “marujos de água doce”, entre outros. É chegado numa bebida, fica irritado rápido, mas é companheiro fiel de TinTin.

Tem também os detetives gêmeos Dupont e Dupond. Quer dizer, eles têm a mesma aparência, usam roupas iguais, falam do mesmo jeito, mas negam que sejam irmãos, hehehe. São muito atrapalhados, mas têm TinTin em alta conta, principalmente porque ele é que resolve todos os crimes. Ah, a dupla também está sempre à disposição para ajudá-lo, porém deveria ser o contrário, né? Tem ainda o Professor Girassol, meio esquisito, mas com invenções que sempre ajudam TinTin.

As histórias de TinTin são fantásticas e agradam a todas as idades. Quem pôde acompanhar o desenho na infância teve muita sorte. Se não conhece ou quer matar as saudades, dê uma olhada no vídeo abaixo, que mostra a abertura do desenho. Se preferir, clique aqui para baixar alguns episódios (link acessado em agosto de 2006). Pena não fazerem mais desenhos como esse…

Ao som de “Tema de abertura de TinTin” (eu adoro essa música!).

3:28 | Entretenimento | 7 comentários


4/3/2006

Nostalgia - O retorno

Por Emerson Alecrim

Alguns posts no meu antigo blog marcaram, principalmente por sua natureza inusitada. Porém, um deles, publicado em fevereiro de 2005, é visto até hoje, portanto, nada mais justo do que publicar a “versão 2.0″ desse post, com direito a melhorias e imagens novas. Estou falando de um dos ícones da infância da minha geração: os clássicos desenhos da TV Cultura.

Como eu havia dito no post original, pude relembrar muita coisa daquela época graças a algumas comunidades no Orkut. Algumas das lembranças estavam, de fato, muito bem “enterradas na mente”. O que mais surpreendeu, no entanto, foi a quantidade de gente que expressou sua sensação de nostalgia, não somente no Orkut, mas também em meu antigo blog.

Ao compararmos com os desenhos de hoje, notamos o quão diferentes eram os desenhos da TV Cultura. Não pela tecnologia usada em sua criação, mas pelo caráter educativo. Alguns desenhos mostravam a riqueza das coisas simples, despertavam o interesse da gente, mexia com nossa imaginação, ensinavam que a fantasia é algo que pode e deve ser usado para melhorar o nosso mundo e, além disso, eram capazes de fazer uma criança trocar o choro pelo riso, a raiva pela bondade. Vejamos então, um breve comentário sobre alguns desses desenhos:

Rua dos Pombos

Esse era um dos desenhos que eu mais gostava. Com muitos personagens, cada qual com características bem distintas, Rua dos Pombos tinha uma coisa de mostrar o convívio em comunidade e o respeito aos outros. Era demais! Os personagens que eu mais gostava eram Molly e Polly (penúltimo desenho das imagens abaixo), que tinham até uma musiquinha: Molly e Polly, são tão parecidas / Parecem iguais, quando vistas por trás / Mas quando de frente, dá pra perceber / Que a Molly tem um M e a Polly tem um P. E claro, tinha a música de abertura, que eu só lembro um pedaço: Fazer amigos, na rua dos pombos/ Venha comigo, pra rua dos pombos/ Conhecer a turma, que vai dizer / que bom te ver, que bom te ver/ As asas batem, no azul do céu…

Rua dos Pombos

Rua dos Pombos era um desenho alegre, do tipo que agrada pela sensação de bem-estar. Mostrava a vida de interessantes moradores de uma rua - a Rua dos Pombos - onde cada um vivia sua vida, mas respeitava o próximo. Além de Molly e Polly, me lembro bem de um personagem que era dono de uma loja de animais e de uma mulher que era caminhoneira, veja só!

Animais do Bosque dos Vinténs

Eu pronuncio “Animais do Bosque dos Vinténs” com a mesma entonação que uso para dizer “The Lords of the Rings”. Esse era um desenho que emocionava. Dotado de uma característica rara, mostrava às crianças que o mundo não é fácil. Em Animais do Bosque dos Vinténs, os bichos lutavam pela vida e muitos não resistiam. É bom lembrar que dificilmente desenhos tratam da morte. E esse mexia com a gente porque refletia um cenário muito próximo da nossa realidade, mas sem vangloriar o aspecto da tristeza, pois retratava o quão importante é lutar por nossos ideais. Uma das cenas que eu lembro é a do filho da Toupeira indo cuidar do Texugo. Este, já velho, ainda acreditava que seu amigo era a mesma Toupeira de antes e não seu filho. Ele não imaginava que seu amigo tinha morrido. E tempo depois, foi sua vez… Outra cena, é a morte dos Ouriços. Essa foi de doer. Eles estavam quase chegando no Parque da Corsa Branca, onde teriam melhores expectativas de vida e, ao atravessarem a rua, veio um carro e pegou um deles. Sua companheira escapou e tentou reanimar desesperadamente seu companheiro e aí, veio outro carro…

Animais do Bosque dos Vintens

Em resumo, os animais partem numa jornada rumo ao tal Parque da Corsa Branca, pois o local onde viviam anteriormente fora invadido pelos homens. Essa jornada é cheia de acontecimentos e lições que idealizam os verdadeiros valores da vida: respeito às diferença, convívio, solidariedade, perseverância etc. Esse desenho era excelente. Muito melhor e mais educativo do que esses de hoje (na minha opinião).

Pedra dos Sonhos

Fantasia, mágica! Você talvez pense em Harry Potter ao ouvir essas palavras, mas é isso o que me vem à mente ao lembrar deste lendário desenho. Pedra dos Sonhos refletia a luta entre o mundo dos sonhos e o mundo dos pesadelos, ou seja, o bem contra o mau. Tinha um velho mago cujo nome não lembro, que usava a tal Pedra dos Sonhos para emitir sonhos bons ao mundo todo e para combater a força dos pesadelos. Ele tinha alguns companheiros interessantes, um deles um peixe-cão ou um cão-peixe (olha que coisa maluca!). E o vilão, cujo nome também já não me lembro, tentava roubar a Pedra dos Sonhos, para disseminar seus pesadelos. Essa briga entre sonhos e pesadelos era o ápice do imaginário. Um desenho que, sem dúvida, estimulava a imaginação.

Pedra dos Sonhos

Pare com Isso e Arrume Tudo!

Esse é dos desenhos mais estranhos que já vi, porém era um dos meus preferidos. De cara ele já mostra o quão é inusitado: o nome do desenho e dos personagens são as broncas que as mães dão nas crianças. Veja que legal: “Pare com Isso e Arrume Tudo e esses são seus amigos: Penteie seu cabelo, Lave seu Rosto, Brinque Lá Fora e seu brinquedo favorito, O pequenino Fique Calmo, e o chato Agora Não!, As duas abelhas Sossega e Silêncio, o dorminhoco Vá Para a Cama e Não Faça Isso, Tome Cuidado, Coma as Verduras, Escove os Dentes, e o Grande e briguento EU DISSE NÃO“. No começo do desenho, quando o locutor falava esses nomes, a gente (meus irmãos, colegas e eu) o acompanhava e na hora de dizer “EU DISSE NÃO”, a gente berrava em coro! Era mágico isso! Ah, vejam como eram cômicos esses personagens (o vermelhão é o “EU DISSE NÃO”):

Pare com Isso e Arrume Tudo!

Zeca e Joca

Outro símbolo da criatividade. Zeca e Joca eram dois personagens (de massa) que simplesmente tinham o dom de complicar suas atividades. Como eram atrapalhados! Eles tentavam consertar as coisas e quebravam mais, eram muito engraçados!

Zeca e Joca

Pois é, e tinha muitos outros, que passavam principalmente no programa Glub Glub (lembra?): Jimbo (um avião vivo), Socorro Vovó, Turma do Bom Clima (… O planeta está sendo ameaçado / Os poluidores destroem o mar, a terra e os rios / Destroem a paisagem e toda beleza… é mais ou menos isso), De Cabo a Rabo (Cabeça barriga perna e pé, perna e pé / Cabeça barriga perna e pé, perna e pé / De cabo a Rabo vamos ver como é que é / Cabeça barriga perna e pé, perna e pé), Berta e a Fábrica, Senhor e Senhora do Tempo, Fábulas Geométricas (outra lenda), Ernest, o Vampiro (esse vampiro tinha uns pesadelos muito loucos e, quando o desenho terminava, ele acordava e fechava o caixão em que dormia - ver foto abaixo), As Aventuras de Babar, Bojan (esse desenho dificilmente passava e quando isso ocorria eu pulava de alegria), Bouli, O Pato Dinamo (neste, usavam um pato de verdade!), O Capitão Urso Azul, enfim, eram muitos.

Ernest e Bouli

Os desenhos de hoje são legais, mas não consigo vê-los como melhores que os desenhos da TV Cultura. Lembro das tantas e tantas vezes que chegava da escola e corria pra assistí-los. Lembro de comentar com colegas sobre os desenhos. Lembro de tanta coisa dessa época… Eu viajava naquelas imagens fantasiosas. Parecia mágico mesmo. E hoje, bom… Aquelas crianças que cresceram vendo esses desenhos são jovens adultos, algumas talvez até já tenham filhos, mas tenho certeza que se lembram com alegria daqueles tempos. E que tempos, afinal, já não se fazem (valorizam) os desenhos como antigamente…

Nota: muita gente me pergunta como conseguir os desenhos em DVD ou em download. No dia que eu souber, aviso, ok? ;-)

Ao som de Vivaldi - Winter (Four Seasons).

1:43 | Entretenimento | 91 comentários


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