Mappin, venha correndo, Mappin!
Por Emerson AlecrimLá estava eu, belo e tranqüilo, ouvindo meu MP3-player no ônibus, ao voltar para casa. Em um dos bancos da frente, uma mulher se levantou e se dirigiu à porta traseira para desembarcar. No exato momento em que ela passou por mim, tive que me controlar para não dizer “eita, p%£³#!”. Não, não havia nada de errado ou de esquisito com a mulher, exceto o fato de ela estar carregando um objeto que faz parte do passado: uma sacola do Mappin.

Logotipo do Mappin [1]
Foi sensação de nostalgia pura, entende? O Mappin completará 10 anos de falência em 2009, o seu fechamento deixou todo mundo perplexo na época, eu vi as pessoas comentando sobre o fato ao invés de comentarem sobre o jogo de ontem, e quem era cliente fiel da loja, tal como minha mãe, ficou um bom tempo sem ter um local preferido para as suas compras. Para muitos, uma única loja do Mappin era mais interessante que um shopping inteiro, inclusive para mim: a unidade localizada na Praça Ramos de Azevedo, em frente ao Teatro Municipal, e que era um símbolo de São Paulo. Exagero? Não, meu amigo, o Mappin morreu com 86 anos de idade, praticamente viu São Paulo crescer e cresceu junto com a cidade…
De acordo com este artigo de Abramo Nicola Battilana, o Mappin nasceu com o nome Mappin Stores, em 1913, pelas mãos astuciosas dos irmãos ingleses Walter John Mappin e Herbert Joseph Mappin. Na época, contava com 11 departamentos, 40 funcionários e estava localizado na rua XV de Novembro. Seis anos mais tarde, a loja passou a ocupar um prédio na Praça do Patriarca, já contando com 34 departamentos e mais de 200 empregados.

Mappin Praça do Patriarca, em 1937 [2]
Em 1939 – olhe só, a época em que meus avós curtiam a juventude – o Mappin se mudou para o que se tornaria a sua loja mais famosa: o prédio João Brícola, próximo ao conhecidíssimo Viaduto do Chá e em frente ao Teatro Municipal de São Paulo. Essa era a loja que eu mais gostava de ir, pois era enorme! Em um andar havia só brinquedos, em outro, somente roupas, e assim por diante.
No início, o Mappin foi um lugar bastante requintado, vendia apenas produtos importados e oferecia serviços como salão de chá e barbearia à população mais nobre de São Paulo. Esse cenário mudou quando o empresário do café Alberto Alves Filho assumiu a operação da empresa, no início da década de 1950, devido às dificuldades que os antigos controladores tinham em se adaptar à nova realidade econômica do estado. Foi essa mudança que fez com que o Mappin passasse a comercializar produtos nacionais e atrair uma clientela com menos recursos financeiros.

Mappin Ramos de Azevedo
Comemoração da Copa de 1970 [3]
Alberto Alves Filho permaneceu no comando do Mappin até a sua morte, em 1982. Durante esse tempo, fez o Mappin ser inovador em muitos aspectos: aumentou o número de lojas, implementou o sistema de pagamento por crediário (isso em 1953), montou uma financiadora e, em 1972, criou o sistema de crédito automático. Ainda cuidou da modernização de suas lojas, fazendo estudos para a implementação de sistemas de automação.
Tanto trabalho fez do Mappin uma empresa admirada. Uma pesquisa feita pelo Gallup, em 1984, mostrou que 97% da população paulistana conhecia o Mappin, sendo que 64% dos entrevistados já havia feito compras na loja. Neste mesmo ano, a revista Exame concedeu ao Mappin o título de “Melhor empresa no varejo dos últimos 10 anos”. Era uma companhia fantástica até mesmo para os funcionários, basta perguntar aos ex-colaboradores da empresa para comprovar isso!
Mesmo com o falecimento de Alberto Alves Filho, o Mappin seguiu crescendo. Abriu várias unidades, inclusive em shoppings, e continuou com a sua política de oferecer os mais variados produtos. No entanto, em 1995, uma notícia fez os alicerces do Mappin se abalarem de tal forma que nunca mais houve recuperação: a empresa anunciou o maior prejuízo de sua história, no valor de 19,46 milhões de reais.
Em 1996, o grupo Casa Anglo, que controlava o Mappin, vendeu a Financiadora Mappin para o BBA Credistaltant por 50 milhões de reais. No mesmo ano, foi a vez do Mappin em si ser vendido pela bagatela de 25 milhões de reais. O comprador foi uma empresa de nome United Indústria e Comércio, pertencente a Ricardo Mansur. Ainda em 1996, o empresário fechou a compra do banco Antônio de Queiroz, que mais tarde passou a se chamar Crefisul. As compras não pararam por aí: em 1997, foi a vez da também tradicional cadeia de lojas Mesbla ser adquirida.
Neste ponto começa uma trama complexa, confusa e vergonhosa, tendo Mansur como principal envolvido. A compra do Mappin não se mostrou errada, afinal, a empresa não estava bem das pernas, mas também não estava morta. No entanto, a ambição de Ricardo Mansur foi longe demais com a compra da Mesbla. Essa sim estava quebrada, e Mansur acabou investindo nela recursos do Mappin e do banco Crefisul, já que o seu “padrinho” Lázaro Brandão, ex-presidente do banco Bradesco e principal apoiador financeiro da aquisição do Mappin, não foi favorável à nova compra. Nada mais natural, afinal, Mansur fez jogadas financeiras arriscadas e estranhas nesse período e perdeu toda a pouca confiabilidade que tinha. Como resultado, o Banco Central acabou com a Crefisul, os fornecedores deixaram de receber os pagamentos devidos pela Mesbla e pelo Mappin, e, conseqüentemente, dezenas de processos de falência foram abertos contra ambas as empresas.

Mappin de Campinas logo após a falência [4]
Nem a chegada de José Paulo Amaral, executivo contratado para salvar ambas as empresas, foi capaz de impedir o inevitável: em 1999, a Justiça mandou o Mappin fechar as suas portas, assim como a Mesbla, colocando centenas de dedicados funcionários no olho da rua e fazendo com que São Paulo perdesse duas de suas mais tradicionais lojas de varejo. Mansur, é claro, nunca chegou a ficar “pobre” por causa disso…
A perda certamente se estende a todo o Brasil: se o Mappin ainda estivesse de pé, provavelmente estaria hoje presente em vários estados e, talvez, teríamos um rumo diferente para o comércio eletrônico no país. Pouca gente sabe, mas o Mappin chegou a comercializar produtos pela internet. De acordo com esta matéria de 16/09/1997 da Folha de São Paulo, o Mappin criou um site de vendas em 1996, mas fechou uma parceria com o UOL no ano seguinte para ampliar a oferta de produtos. Foi, portanto, uma das pioneiras do comércio eletrônico brasileiro e poderia ter tido um nome tão forte quanto o Submarino e a Americanas.com.
Aos paulistanos sobraram nomes como Casas Bahia, Americanas, Pernambucanas, Ponto Frio, Renner, C&A e, claro, os shoppings, mas nada lembra de perto os bons tempos do Mappin. Quem passa em frente ao prédio que o Mappin ocupou na Praça Ramos de Azevedo, não vai precisar ver uma mulher com uma sacola com os dizeres “Mappin” para se lembrar dos belos enfeites de natal, das vitrines chamativas, da variedade de produtos, das liquidações (que eram realmente liquidações) e do jingle da loja que tocava nos comerciais de TV:
“Mappin, venha correndo, Mappin, chegou a hora Mappin, é a liquidação!”
Referências: Época, Folha, Veja, Abramo N. Battilana.
Fotos: [1] Nostalgia 90, [2] Marici Bross, [3] Almanack Paulistano, [4] Unicamp/Jornal Correio Popular.
Ao som de Legion of Hetheria – Sacrifice.
22:21 | Interessante | 86 comentários
E depois eu que sou chamada de velha…
Comentário por Bani — 24/2/2008 @ 22:44
O Mappin foi uma das primerias lojas de São Paulo a ter TV em cores. O povo saía de casa só pra ir ver na vitrine.
Comentário por Lucas — 24/2/2008 @ 23:16
O meu tão citado videocassete Betamax foi comprado no Mappin;
Comprei (meu pai comprou, aliás) vários cartuchos de Atari 2600 no Mappin;
Meu irmão trabalhou no Mappin.
Saudade, indeed.
Comentário por Wilerson — 25/2/2008 @ 0:38
Meu Super Nintendo e meu Super Scope (Bazuca do SNES) foi comprada no Mappin do Shopping Center Norte.
Meu primeiro kit de lego tambem
Caramba, vou parar por aqui :S
Saudades destes tempos.
Comentário por Rodrigo Reis — 25/2/2008 @ 8:56
Bela matéria! Vale a pena citar que foi com a queda do Mappin e Mesbla que a Lojas Americanas ganhou mercado, quando começou a fazer mais propagandas no Shoptour e depois em toda a TV…
Acho que se não fosse a quebra do Mappin a Americanas.com não seria tão forte, já que a meu ver a Americanas.com só tem nome por causa da Lojas Americanas…
Comentário por Liu — 25/2/2008 @ 10:30
Bani, fala a verdade: você freqüentava o Mappin quando ofereciam chá por lá
Lucas, sem contar que, naquela época, valia a pena ver TV. Bom, acho eu, né?
Wilerson, você comprou HD-DVD também?
Pois é, Rodrigo! Meu Game Boy Classic, meu Super Nintendo e meu Nintendo 64 foram todos comprados lá! Bons tempos, bons tempos…
Concordo, Liu. Eu mesmo comecei a comprar na Americanas.com por conhecer as lojas físicas da empersa. Outra que também cresceu bastante com a queda do Mappin foi a Renner.
Abraços a todos!
Comentário por Emerson Alecrim — 27/2/2008 @ 7:38
Caramba, todo mundo comprou alguma coisa no Mappin!!! Que eu me lembro, minha bicicleta foi comprada no Mappin (agora ela ficou com meu irmão) mas tá novinha!
Os cartuchos do atari devem ter sido comprados lá também, eu nem lembro mais faz muito tempo.
Mas adorei a matéria!!! Realmente desenterrou… agora a musiquinha do Mappin vai ficar na minha cabeça
Comentário por Alini — 27/2/2008 @ 17:00
Hoje passei por Santo André e lembrei de você. Já fazem tantos anos e não há um cidadão sequer do ABC que não se refira ao Shopping ABC como “o antigo Mappin”.
Eu, que não peguei a época, sempre fiquei tentando imaginar porque o novo-velho shopping sempre viveu às sombras da antiga razão social.
Acho que seu post explica um pouco…
Comentário por Katia — 29/2/2008 @ 21:49
Aaah! Que bela pesquisa, que belo esse relato histórico! Ótimo artigo! parabéns!
Comentário por Elaine — 21/3/2008 @ 0:17
Você sabe me dizer a quem pertence a marca Mappin?
Comentário por Marco — 28/5/2008 @ 18:54
Ah! è pura verdade os elogios ao Mappin Afinal a maioria de nós passou a infancia ou adolescencia lá, me lembro que nos fins de semana meu pai peguntava onde gostariamos de ir passear e a resposta era a musiquinha”Mappin venha correndo Mappin…”Era uma beleza aquele monte de brinquedos que a gente só via lá, era diversão era d+, quando soubemos que o Mappin havia se fechado ficamos até tristes pois eramos clientes fieis, mas fica a lembrança de como era agradavel estar ali naquela loja que era mais apreciada que shopings e parques.
Comentário por Karen Cristina — 23/7/2008 @ 13:06
Sabe, eu tive a felicidade de assistir o apogeu do Mappin, tomar chá à tarde na cafeteria que existia no interior da loja, comprei muitos brinquedos (quase todos de minha infância lá), chequei a ser um pequeno acionista (pequeno mesmo, na época se convertidas em dinheiro creio que daria pra comprar um par de sapatos e olhe lá, foram ações compradas com o dinheiro Mappin que era dados a quem pagava suas prestações em dia e depois podia ser utilizado em outras compras ou em ações sem direito a voto) só pra poder dizer aos amigos que eu também era dono da loja.
Tive a tristeza e o desprazer de também viver a derrocada da loja, ainda na véspera do fechamento chequei a ir na loja do Shopping de Santo André que na época se chamava Shopping Mappin ABC (hoje apenas Shopping ABC), eu não precisava comprar nada, mas ao ver a loja quase vazia de mercadorias, com um dos andares fechado (tinha 3 andares) e o desespero dos funcionários em tentar vender o pouco ue restava numa tentativa vã de salvar a loja e seus empregos, comprei 3 garrafas de vinho e umas toalhinhas que dei de presente à minha mãe, ainda hoje meus olhos marejam ao lembrar da cena…
Comentário por Paulo Henrique — 19/10/2008 @ 0:13
Paulo, impressionante o seu comentário. Só de imaginar a cena que você descreveu, senti arrepios… Abraços!
Comentário por Emerson Alecrim — 19/10/2008 @ 14:02
Foi no Mappin Sao Joao que trabalhamos e nos nos conhecemos. Saimos antes da falencia. Estamos casados ha 15 anos e temos um casal de filhos. Boas lembrancas daquela epoca.
Leandro e Sandra.
Comentário por Leandro e Sandra — 22/10/2008 @ 22:46
Trabalhei no Mappin desde a sua inauguração em São José dos Campos em um grande shopping, até o seu ultimo suspiro, um sábado , chegaram os oficias de justiça e a policia, pedindo para que pegássemos nossos pertençes pois a loja iria ser fechada.Todos entraram em panico, pois ali seria o fim de nossos empregos.Meses depois talves, fui até o shopping, até então não tive coragem, e vi que a área onde era a loja estava aberta; entrei e vi carros de uma concessionaria sendo ali vendidos, observei ao redor as “marcas” ali deixadas por nós naquele ultimo dia,meus olhos se encheram de lágrimas; decidi então sair rapidamente, pois passei 2 anos e 4 meses naquele ambiente, que deixou saudades
Comentário por Paulo R Lanfredi — 21/11/2008 @ 11:53
Lendo esses comentarios, fui obrigado a deixar o meu lembrei das visitas que faziamos eu meu pai minha mãe e minha irmã, perto da epoca do natal, para vermos as vitrines , foi lá que compramos a nossa primeira TV a cores …..saudades um dia desses andando pelo centro entrei na loja da Praça Ramos mas não era mais a mesma coisa era apenas as Casas Bhaia …não tinha mais aquele movimento de pessoas até o elevador não tinha mais aquele sufoco pra conseguir uma vaguinha!!!
Que saudades!!!!
Comentário por Wilson Tadeu Della Monica — 23/11/2008 @ 21:44
Por esses dias que antecedem o Natal a musiquinha das liquidações do Mappin não me saem da cabeça.
Por isso qdo pesquisei no Google e vi esse post, que saudade, quase todos os brinquedos da minha infância foram comprados no Mappin.
Alguém precisa trazer o Mappin de volta.
Saudades e abraços a todos que leram e deixaram sua lembrança aqui.Liquidação no Mappin, até Meia-Noite Mappin, é a Liquidação…
Comentário por Afonso C Sandrini — 28/11/2008 @ 21:23
Deem uma olhada neste site: http://www.mappin.com.br/
Parece que alguém (no mínimo) licenciou a marca. Quem sabe um dia…
O comentário do Afonso me lembrou que além de loja o Mappin lançou muita gente hoje famosa na TV como o Carlos Nascimento que começou sua carreira como no Reporter Mappin (jornal que sucedeu ao antigo Reporter Esso) ou a dupla Ione Borges e Claudete Troiano (as duas eram garotas propaganda do Mappin em uma época que as propagandas eram transmitidas ao vivo nos intervalos dos programas).
Saudades…
Comentário por Paulo Henrique — 28/11/2008 @ 22:49
cara, como envelhecemos rápido
volta mappin!!!
Comentário por Vinicius Prado — 28/11/2008 @ 23:44
Parabéns Emerson, exelente matéria. Sabe este Sr.Abramo Nicola Battilana que escreveu o artigo por voce comentado, foi quem me admitiu no Mappin em 1979. E lá fiquei até 1992. Foram 13 anos de muito apendizado, principalmente de vida, pois quando lá entrei eram apenas tres lojas com aproximadamente cinco mil funcionários (vários com bastante tempo de casa) que faziam parte da FAMÍLIA MAPPIN, isso mesmo Família Mappin, talvez seja por isto tanto saudosismo, tantas boas lembranças que são despertadas por seu clientes. Agora voce imagina as recordações daqueles que lá estiveram dia a dia ? Grande abraço e parabéns novamente.
Comentário por Hoffmann — 15/1/2009 @ 15:11
Olá, eu fui funcionário desta maravilhza
Comentário por Pedro Rodrigues — 4/2/2009 @ 14:05
Mappin…não consigo te esquecer. Ex funcionário
Comentário por Edson Hideo — 9/2/2009 @ 15:05
Olá, a matéria é realmente uma delícia, no Mappin encontrava tudo, era o meu shopping, eu trabalhava no centro, ali na ipiranga, então ia sempre ao lá.
Tenho uma dúvida, havia um Mappin no shopping center norte ?? ali nos anos 90 ?
bjus a todos
Comentário por Valdirene — 18/2/2009 @ 11:13
Olá, Valdirene. Sim, houve um Mappin no Shopping Center Norte. Mas, certamente, o melhor era o da Praça Ramos
Comentário por Emerson Alecrim — 18/2/2009 @ 13:29
Apenas para registro, abaixo a lista das lojas do Mappin que cheguei a frequentar:
Em São Paulo:
- Praça Ramos
- São Bento
- Av. Ipiranga (esquina com a Duque de Caxias)
- Juscelino Kubistchek (em área esta loja era maior que a da Praça Ramos embora não tivesse a mesma variedade de produtos), era a que eu mais frequentava por ser perto de casa e ter um enorme estacionamento
- Cidade Jardim (loja pequena, mas classe A+, vendia apenas presentes caros e de alto padrão)
- Tatuapé
- Center Norte
- Plaza Sul
- Morumbi
Em Santo André:
- Mappin ABC, depois ampliado virou o Shopping Mappin ABC, hoje apenas Shopping ABC
Em Santos:
- Balneário (pequena loja que vendia apenas eletro-eletronicos, servia, também, de apoio ao Consórcio Mappin)
Mais uma vez: SAUDADES…….
Comentário por Paulo Henrique — 18/2/2009 @ 22:40
Mappin, venha correndo Mappin, chegou a hora Mappin, é a liquidação…
Comentário por elaine — 26/2/2009 @ 21:46
SP, 14.03.2009
É triste a perca que São Paulo , teve com a falência de um grande Magazine em que conquistou
o coração dos paulistanos.Eu fiz minha primeira compra no ano de 1986. Na minha opinião São Paulo , jamais terá um magazine , que cheque no patamar em que esta loja pode nos oferecer.
Simplesmente deixou Saudades….
Espero um dia ver este logo tipo novamente …..
Quem sabe!………….
Comentário por Egídio Gomes de O Neto — 14/3/2009 @ 19:38
Nooosssaaaa….
Putz, me lembro de tudo, do MAPÃO, esse era o apelido Mappin da Praça Ramos…
Que saudades, me lembro qdo meu pai comprou pra mim meu primeiro videogame o Intellivision, e vários cartuchos lá…, me lebro também que naquela época, era um dos poucos lugares que teinha um monte de vídeo games instalados, pra vc ficar lá testando os aparelhos e os jogos…
Lembro também da minha vitrolinha Sonatinha, também foi comprado lá…
Tudo que é bom realmente fica…
Pena que do Mappin, só sobraram SAUDADES…
Comentário por Marcio Possi — 17/3/2009 @ 11:58
Só para complementar o que eu andei lendo na matéria, o nome MAPPIN, vem do sobrenome de seus idealizadores e fundadores Walter John Mappin e Herbert Joseph Mappin, quanto a marca pertencer ainda a alguém…
Pois é, ela está registradíssima no INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial), pela, acreditem… “CASA ANGLO BRASILEIRA” desde 1947, consta esse registro, e digo que ele está vivo, porque seu depósito último foi feito agora em 2005, que é válido por mais 10 anos, ou seja até 2015….
Bom eu diria que a loja pode estar morta, mas acho que pelo que pesquisei no site do INPI, tem algúem por tráz da MARCA MAPPIN e LOJAS ANGLO BRASILEIRAS S/A, que tem muito interesse em manter a marca VIVINHA…
O mais interessante é PORQUE os depósitos estão sendo feitos, pelo que consta no site de MARCAS E PATENTES DO INPI, as seguintes MARCAS MAPPIN ESTÃO PROTEGIDAS NAS SEGUINTES CATEGORIAS: Roupas, Meias, Confecção, Artigos eletrônicos, e comércio por internet e shopping…
Para quem quiser saber mais, entre em:
http://www.inpi.gov.br
acesse “pesquisa” em seguida;
clik em pesquisar nome;
Digite “MAPPIN” e veja o quanto essa marca tem de processos extintos e ainda registrados desde 1947…
E pra encerrar, sim é verdade um comentário que lí pra cima…
Valia a pena se matar no transito de São Paulo, só pra ir no Mappin ver a vitrine com os melhores e maiores enfeites de NATAL!
Abraços à todos.
Marcio.
Comentário por Marcio Possi — 17/3/2009 @ 12:42
E só pra encerrar, a marca “MESBLA” também está protegidíssima, e olha que interessante, ela pertence à “MESBLA S.A” e pelo que andei vendo no site do INPI, alguém tentou vender a marca, e foi VETADO – PROÍBIDO por alguém…
Veja bem qdo digo q
Comentário por Marcio Possi — 17/3/2009 @ 12:54
continuando….
Veja bem qdo digo que as marcas estão bem vivas, é porque tem alguém com dinheiro, pelo menos fazendo os depósitos no INPI, para proteger as marcas de algum espertalhão que a pegue e saia dizendo que é dono delas…
E o interessante que isso não é barato, cada regsitro no INPI hoje, não sai por menos que uns 1200,00 reais.
Bom agora é só…
Abraços..
Comentário por Marcio Possi — 17/3/2009 @ 12:57
Que saudades, me lembro qdo minha tia comprou pra mim um boneco Falcom. Ela me levou para escolher no Mappin Praça Ramos.
Foi o meu melhor presente de aniversario.
abraçao.
Comentário por janio — 22/3/2009 @ 22:34
…Nao tenho palavras. O Mappin foi meu primeiro emprego…entrei um moleque em 1980 como Office boy, e sai de la em 1990 como comprador…
Fui boy do Sr Ochialini, do Atendimento ao Publico, depois por uns tempos do Dr Victor Martelli, e ate do Dr Alberto Alves Filho, quando o Boy dele saiu de ferias…Tive muito orgulho em trabalhar la, e lembrar tudo o que presenciei…
Hoje tenho uma tristeza enorme ao ver as Casas Bahia no lugar que outrora foi sinonimo de Loja de Departamento…Todas as cidades do mundo tem a sua…Harrods em Londres, Macys nos Estados Unidos…e nos tinhamos o Mappin(quer era o segundo ponto de venda do mundo em trafego de pessoas, perdendo apenas para uma loja de Tokio, que nao me lembro o nome), e hoje a Degradante” Casas Bahia, com seu incrivel mau gosto nas vitrines, na decoracao, viasando apenas a venda a crediario para a populacao de menor renda, com vendedores extremamente destreinados(Nao por culpa deles, mas sim da politica da empresa) e uma mistura de mercadorias digna do Shopping 25 de marco….
Pena termos perdido este ponto de referencia, mas algo me anima pelo que li acima…quem sabe um dia ela volte e nos orgulhe novamente.
Saudades…
Comentário por Marco Antonio Silvestrini — 31/3/2009 @ 22:30
Apenas um comentário sobre o Mansur, passados 10 anos do escandalo da falência do Mappin e da Mesbla, ele acaba de “puxar” da manga que ainda é dono da marca Mesbla e que vai, até o final de 2010 (no máximo) reabrir a rede. O que escrevo é um resumo de uma reportagem publicada na revista Isto É de algumas semanas atrás, quem tiver acesso vale a pena ler a reportagem completa.
Agora é aguardar pra ver se isso acontece mesmo e a Mesbla ressurge das cinzas…
Comentário por Paulo Henrique — 1/4/2009 @ 0:09
o mappin bem que podia ser reaberto do mesmo jeito ate com o mesmo logotipo verde e o mesmo nome é claro !!
Comentário por diego felipe — 19/4/2009 @ 0:44
Lembro quando era pequena minha mãe me levava ao Mappin.Anos mais tarde,conheci meu marido,o qual,era meu instrutor.A primeira vez que o vi foi no elevador.Nos apaixonamos,casamos 6 meses depois.Estava grávida na época da falência.Hoje faz onze de casamento e temos quatro filhos!!!
Agradeço à aquele prédio mágico,que hoje quando passo enfrente continuo suspirando da mesma forma quando o encontrei!abraço Joelma e Marrom nossos padrinhos de amor!!!!!
Comentário por marcele — 21/4/2009 @ 2:06
mappim mais um golpe como o da coroa brastei ,arapua vai por ai fora mas isso e brasil tudo que e bom morre e o que nao presta fica vivo ex; fhc ,valdek ornela,sarney e por vai mas um dia o mappim volta como a gugel voltara mappim que saudades nao chegou a hora mappim mas vai chegar.
Comentário por marcos m. ramirez — 28/4/2009 @ 5:04
Por incrivel que pareça o Mappim realizou muitos sonhos no passado e ainda hoje realiza, só que não mais de compra de produtos, mas de conhecimento. Agora o predio se tornou uma faculdade. Antes frequentei o Mappim como consumidora, agora como estudante.
Comentário por Lourdes — 3/5/2009 @ 1:36
Muito interessante seu artigo sobre o Mappin ! Me trouxe muitas lembranças , pois trabalhei na loja como vendedora !!
Entrei em 1987 para trabalhar na nova loja de Santo André , no setor novíssimo de Material de construção e acabamento, fiz estágio na Praça Ramos , bem no final do ano , no setor de brinquedos !!! Não esqueço nunca a alegria de ver as crianças saindo de lá com os brinquedos na mão ! Depois fui para a loja de Santo André , novinha em folha !! uma delícia trabalhar lá , um setor novo , com produtos ótimos , onde fiquei por 1 ano e meio ! Saudades ! Depois tudo mudou … abriram o shopping , o Mappin era ´”só ” a loja âncora e depois um final tão triste para o Mappin … tomara mesmo que voltasse !!!
Comentário por Solange — 4/5/2009 @ 1:40
Não sei quem colocou este longo e belo texto na página.
Mas, eu tenho 30 anos e quando criança fui diversas vezes com a minha mãe comprar de tudo no Mappin, (desde o nosso carro zero financiado até o primeiro celular da minha mãe, financiados, é claro).
Para mim, é muito fácil falar do Mappin, pois anos depois de comprar sempre lá, comecei a Faculdade de Direito e fui fazer estágio onde? No Jurídico do Mappin.
Me lembro como se fosse hoje, (o escritório era ao lado praticamente do Mappin)quando as portas se baixaram e aquela multidão estava fora da loja (os pobres funcionários golpeados pelo Sr. Mansur), todos chorando pela perda dos seus empregos, pedindo com faixas ajuda do Governo. Foi uma das cenas que mais marcaram minha vida e posso dizer que naquele dia, também chorei junto com eles.
Hoje, quando passo na frente das Casas Bahia, tenho a certeza de duas coisas:
A 1ª é que jamais existirá uma loja tão completa, tradicional e linda como o Mappin (somente para quem conheceu);
E a 2ª é que a nossa vida dá tantas voltas e algumas coisas que nos marcam quando crianças, doem muito quando crescemos e vemos que não podemos retornar aqueles bons tempos.
Parabéns ao editor da matéria.
Comentário por Emanuelle — 28/5/2009 @ 18:22
OLha, sou obrigado a concordar com a Emanuele, tenho 33 anos, portanto quando criança, também era arrastado com minha mãe, pra dentro dos infinitos andares e labirintos do mapão! ( o mais antigo e tradicional), porém o aspecto que mais me chama atenção qto ao comentário de Emanuelle, é que MESMO o Mappin retornando hoje eu particularmente DUVIDO que ele tenha a mesma essência do Mappin dos anos 80… Acho até que se umas dessas lojas como Mappin, Mesbla, Arapuã, G. Aronson, Casa Centro, Lojas Glória ou qualquer outra loja dessas tradicionais dos anos 80 e 90, podem até voltar um dias mas com certeza teria mais a de CASAS BAHIA, do que elas eram em seu passado.
Qdo vc entrava no Mappin principalmente no da Praça Ramos, ele tinha um CHEIRO de Mappin, e nenhuma outra loja tinha, essa era a ALMA do Mappin, que para mim está viva até hoje, só que agora na lembrança de cada consumidor, seja ele um pai, uma mãe, ou até como eu que ia lá como criança, só pra ficar BABANDO naquelas vitrines infinitas cheias de video games…
Bom é isso.
Abraços
Marcio.
Comentário por Marcio Possi — 29/5/2009 @ 10:34
Trabalhei no MAPPIN no periodo de 1.978 a 1.984, saudades dos meus amigos: Romildo Simões da Cruz, Luiz Matias,Ayrtinho,Sr.Luiz Carlos Damore,Sebastião Maximiano,Paulo Cezar das Chagas, SR. Luiz Bonni,Radames e outros.Informo que, estou residindo na Cidade de Araguanã, Estado do Tocantins, uma Cidade turistica localizada na margem direita do bonito Rio Araguaia, tenho a honra de convida-los para vir conhecer as belas praias do Rio Araguaia.
MARINHO – Fone 63)3428.1236 e 92215728.
Comentário por Raimundo Pereira Marinho — 13/6/2009 @ 23:26
Boa tarde,
Preciso de ajuda, pois sou ex-funcionário do Consórcio Mappin,que faliu, e até a presente data 17/06/09, não recebi meus direitos trabalhista.
Tenho meu Processo Trabalhista em andamento,que neste ano completou 10 anos,sem uma definição quanto ao pagamento.
Se alguém, tiver maiores informações agradeço,principalmente os ex-funcionários do próprio Consórcio Mappin, que estão passando pela mesma situação.
Comentário por Joelson Gomes — 17/6/2009 @ 15:22
Boa Tarde, Joelson também sou ex-funcionário do Mappin loja São José dos Campos, entrei com processo Trabalhista para poder receber meus direitos e até agora nada.Nós ex – funcionários deveríamos nos mobilizar e chamar a atenção da imprensa ou da justiça para que possamos receber nossos direitos.Tenho alguns colegas que na época da falência(1999) passaram por dificuldades e alguns erdam dívidas acumuladas que até hoje estão causando transtornos.Vamos lá vamos nos unir!!!!
Comentário por Paulo Rogério Lanfredi — 17/6/2009 @ 17:07
Paulo, boa tarde.
Realmente,esta faltando apoio para nós.
Você está com processo na justiça ( Loja ),eu no ( Consórcio ),ambos do Grupo Mappin.
Ouvi dizer que para os ex-funcionários das Lojas, eles teriam recebido suas recisões.
Anote meu e-mail,para trocarmos informações.
jgbugre@ig.com.br
Se alguém que nos lê, souber de Informações que possam nos ajudar no andamento de nossos Processos, agradeço.
Comentário por Joelson Gomes — 18/6/2009 @ 14:13
TAMBÉM SOU EX FUNCIONARIA DO MAPPIN DE CAMPINAS ,EU ME SINTO USADA PELOS LADRÕES DE COLARINHO BRANCO;USAM NOSSAS PRÓPIAS LEIS CONTRA NÓS PORQUE SOMOS PEIXE PEQUENO,MÁS AS LEIS FEITAS PARA ESTE TIPO DE PESSOA VALE MUITO
Comentário por catia boa tarde — 8/7/2009 @ 15:47
gente!!muitas lembranças;comecei trabalhando como boy ,no setor de cama e mesa(1962) com rui barbosa acayaba e ignes doris coutro,por 4 anos e,apos isto mais 6anos com walter ludovico ciaramicolli ,no setor de brinquedos!!ali aprendi muito a amar o nosso querido MAPPIN ,onde a chegada do natal,era muito esperada.muitas recordações.
Comentário por jose carlos monteiro alves — 23/7/2009 @ 4:21
Quanta saudades o mappin foi mais que uma empresa era uma grande familia.
Comentário por maria dos anjos — 24/7/2009 @ 12:55
Muitas coisas passam, mas algumas ficam marcada, de todas as empresas que trabalhei a que mais marcou na minha vida foi o Mappim, não é nostalgia mais saudade, do tempo que não será esquecido jamais. Pessoal lembram do bar do Mane na Conselheiro Crispiniano onde toda a noite nos reuniamos para jogar conversa fora e dava confução e ate briga, mais no outro dia era motivo de risada de todos abraço, Lima, Valfrido, Roberto, Vitorio, Mario Sergio, e todos que passaram nesta empresa no Depto Pessoal. Vamos fazer um churrasco em Cotia e para amaciar a carne vamos usar casca de mamão.
Pessoal estou em morando Floripa – Santa Catarina.
Comentário por Antonio Waldemar Gomes — 31/7/2009 @ 23:54
Oi!!!! sou ex funcionaria Mappin.. Quem não recebeu ainda seus direitos,tem que procurar a justiça em São Paulo, na praça da sé, pois foi assim que consegui receber.Quem quiser informação, me manda um e- mail que respondo…
sandraalvesc@hotmail.com
Comentário por sandra — 4/9/2009 @ 22:14
Trabalhei no Mappin Sorocaba (Shopping Esplanada) desde sua inauguração em 1995 até 1998 (quando começou e enfrentar dificuldades). Comecei como código 30 (temporário) no setor de Utilidades e Plásticos, e um ano depois, era vendedor do setor de Eletro. O nº do meu staff era 20751-5.
Quanta saudade. Foi a maior e melhor loja em que trabalhei.
Comentário por Sergio Claro — 29/9/2009 @ 23:04
Esta noite, do nada, me lembrei do nome MAPPIN… Aí cismei de navegar e buscar informações atuais..Cheguei neste POST. Aí as lembranças foram mais além… Me lembrei da primeira vez que fiz uma compra no MAPPIN PRAÇA RAMOS, uma tv a cores 14′ sharp com controle remoto, Eu tinha acabado de me casar, isto em 1983… Depois disto comprei muita coisa – por vários anos, em várias lojas… A última compra foi numa loja do shopping plaza sul , na saúde, comprei uma barraca de camping – a terceira comprada no mappim . Isto foi poucos meses antes do fechamento – que me deixou muito decepcionado. Afinal o MAPPIN já era parte da minha estória… E estava no fim. A melhor lembrança que tenho é de que a LOJA era uma referencia para as conquistas
Comentário por Wagner Macena — 31/10/2009 @ 0:23
trabalhei por 4 anos no mappin e so tenho boas recordacoes,ganhava apenas comissao mas ganhava bem,pois trabalhava numa secao boa.conquistei muitas coisas no periodo em que trabalhei la.saudades!!!!!
Comentário por graca — 18/11/2009 @ 17:46
Olá pessoal, nossa quanta saudade!!!Fui promotora no quinto andar Utilidades domésticas como era gostoso trabalhar na Pça Ramos,nunca mais tive um emprego com pessoas tão queridas e humanas, uma verdadeira família, fiquei de 1995 a 1997, depois fui para o Itaim idem, quando passo na Pça Ramos já senti várias vezes vontade de chorar pelo que fizeram com este patrimônio e Dona COSETT alguém sabe notícias dela, pois se viva ela deve ter um desgosto tremendo do ocorrido.Fiz grandes amigos, perdi o contato mas moram com muito carinho no meu coração! Quiz até sair da Panex para entrar como funcinária do Mappin, mas se o tivesse feito com certeza estaria agora brigando na justiça pelos meus direitos que como dos colegas sabe Deus quando serão pagos. Se tiver alguém do quinto andar do utilidades do período que trabalhei fique à vontade de me mandar um e-mail adridesa@yahoo.com.br. Adriana
Comentário por Adriana de Sá — 23/11/2009 @ 16:02
Para os que pediram notícias do nome Mappim lojas de departamentos S/A saiu um edital no jornal O Estado de São Paulo o edital de venda no nome por alguns milhões…bem que alguém de muito dinheiro poderia comprar e chamar antigos colaboradores para desempoeirar seus STAFFS e fazer uma loja nos mesmos moldes da anterior, compradores, vitrinistas, vendedores, pessoas experientes e talentosas, hã e não se esquecer das charmosas ascensoristas que sabiam tudo.Ai quanto saudosismo gostoso!!!!beijos à todos.
Comentário por Adriana de Sá — 23/11/2009 @ 16:12
adorei ler o texto, os depoimentos deixados aqui,
entrei no máppin como funcionária, auxlilar administrativa, em 1981, alguns anos depois consegui ser assistente de compras depois sai de la como compradora no departamento moda masculino
aprendi muito muito nesta loja,
em 8 anos aprendi mais que tivesse fito muitas graduações pelas melhores universidades….
sinto muita saudades….
Comentário por Maria José — 20/12/2009 @ 18:15
Obaaaaaaaaa notícia boa
A Marabraz comprou a marca Mappin !!
Será mesmo a volta do ” nosso Mappin ” ?
Vamos apostar que sim né ?
Feliz Natal e um ótimo 2010 para todos !!!
http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/12/23/marabraz+compra+marca+mappin+por+r+5+milhoes+9255107.html
Comentário por Solange — 23/12/2009 @ 22:55
Trabalhei no Mappin por mais de 11 anos, e lendo todos estes comentários e principalmente o material enviado pelo Sr. Abramo, parece que fiz uma viagem ao passado, lembrando de muitos amigos, pois realmente eramos uma família, e particularmente sentia orgulho em trabalhar ali.
De outro lado sinto uma indignação enorme pela impunidade do Sr. Mansur, que transformou a vida da maioria dos funcionários num pesadelo e destruiu um patrimônio histórico da cidade de São Paulo.
Comentário por Luiz Profitti — 29/12/2009 @ 22:41
Ja comprei nesta exelente loja e gostava de passear pelos seus departamentos, nao da pra esquecer.
Comentário por João — 9/1/2010 @ 13:56
Que saudades! Frequentava o Mappin Praça Ramos.
Meu enxoval foi comprado quase todo lá. Minhas alianças de casamento também! Ir ao Mappin era um “passeio” mesmo que fosse pra comprar algumas poucas coisinhas …
Comentário por Christiane — 13/1/2010 @ 17:15
Parabéns pela excelente materia e pela grande pesquisa que vc fez, essa materia esclareceu e mostrou efetivamente a estoria de uma grande empresa que fez parte da vida de todas as pessoas direta e indiretamente, mesmo que seja como eu que moro no norte do Brasil e nunca teve uma loja mappin perto mas conheci a força da marca. Parabéns !!!
Comentário por Danilo — 13/1/2010 @ 17:49
olha so que interessante esta materia colocada no site da radio boa nova de sp
Olá, queridos ouvintes e leitores. Lembram daquelas informações sobre o Mappin, que tínhamos colocado aqui? Pois é, semana passada, o nosso departamento de jornalismo veio com a seguinte notícia: “O Mappin vai voltar”.
Pois é, segundo informação publicada na Folha de São Paulo semana passada, esta loja que encerrou suas atividades em 1999, pode voltar com força total. O Mappin tenta reabrir por meio de um site, na internet. A idéia é aproveitar a força da marca e criar uma loja virtual de grande parte. Segundo o jornal, dirigentes da empresa encaminharam um pedido a justiça e buscam captação de dinheiro com investidores internacionais que estejam interessados na nova empreitada.
Quem acessar http://www.mappin.com.br/, vai ver, por enquanto, somente o logotipo da empresa.
Puxa vida… mas o que a gente queria era a mesma loja de antigamente, no mesmo lugar e de preferência que o tempo também voltasse.
Té mais!
Comentário por Rafael — 19/1/2010 @ 2:19
cara… em primeiro lugar, parabéns pela materia! tão boa que foi escrita em fev 08 e esta sendo comentada ate hoje jan 10. lendo esses comentarios meus olhos encheram de lagrimas ao lembrar como era divertido passear e fazer compra com meus pais no mappin abc. quase tudo da minha infancia foi comprado la. para mim foi como viajar no tempo e voltar a ser crianca nakele meu mundo sem malicia. ate hj tenho um microscopio que meu pai me deu de presente comprado no mappin abc. será sempre uma recordação desse gigante do consumo.
Comentário por Fernando — 24/1/2010 @ 0:12
Conhecí meu marido em frente ao Mappin Praça Ramos.Ele trabalhou no Mappin São Bento e ainda não recebeu todas as verbas rescisórias, mas isso ele até esqueceu, o que ficou na memória foram os bons tempos do Mappin funcionando.
Comentário por leni — 26/1/2010 @ 22:56
SAUDADES É POUCO, O MAPPIN TINHA SEU JEITO DE SER, NAS FESTAS DE FIM DE ANO IA LÁ COMPRAR OS LPS DO MOMENTO, CALÇAS BOCA SINO, CAMISETAS COM AS FOTOS DE JAMES DEAN, QUANTO SAUDADE, MINHA MÃO COMPRAVA COM O PROPRIO DINHEIRO MAPPIN QUE ELA FINANCIAVA PARA PAGAR A PRAZO, COMO DIZ O DITADO TUDO QUE É BOM DURA POUCO, MAS O MAPPIN É ETERNO !!!!
EDUARDO – JUNDIAÍ – SÃO PAULO
Comentário por EDUARDO MARQUEZ FERNANDEZ — 29/1/2010 @ 3:43
Muito boa esta matéria.
minhas duas irmãs (No Itaim), meus dois irmãos e meu cunhado trabalharam no Mappim (Deposito da Leopoldina). A musiquinha que tocava em seus comercias na Tv e radio era o cume da nostalgia e São Paulo aguardava ansiosamente pela liquidação das loja do Mappim.
Parabéns por essa matéria!!!
E encerra-se assim…
Ninguem, mas ninguem mesmo vende mais barato que as lojas do MAPPIM!!
Comentário por Fernando — 29/1/2010 @ 12:33
dizem por ai que a marabraz comprou o mappim e o MAPPIN VAI VOLTAR com o mesmo nome e as mesmas coisas para vender GRAÇAS A DEUS…
Comentário por diego felipe — 11/2/2010 @ 0:00
Mappin ,que lembranças boas qdo morava em São Paulo e era criança e me lembro nitidamente que Natal e Ferias tinham que ter roupas do Mappin
e que roupas boas eu adorava saiamos completos,
pois cada setor tinha seus acessorios era muito bom.
Só quem viveu aquele tempo que sabe o que era bom.
Não essa critica 1º depois eu e que sou velho.Pois eu tenho 48 anos e me lembro muito bem
o que era qualidade ok.
Comentário por janete — 22/2/2010 @ 16:28
fui muitas vezes na loja da praca ramos e era um sonho encantado pra qualquer crianca, os natais magicos e os comerciais de tv ficaram pra sempre em nossas lembrancas.
Comentário por sergio arantes — 1/3/2010 @ 0:58
Tambem trabalhei no Mappin da Praça Ramos em 1986, o melhor emprego que ja tive, e o melhor lugar que ja trabalhei. Trabalhava no 10º andar (setor de tesouraria) como datilografa.Oh saudades que tenho dessa empresa viu.
Comentário por mary — 14/3/2010 @ 2:35
Conheçi meu marido trabalhando no Mappin tbm. meu e-mail pra quem quiser corresponder meire_lins@yahoo.com.br.
Comentário por mary — 14/3/2010 @ 2:39
Eu tenho saudade do tempo em que eu ia lá(Mappin)para comprar perfumes e batom, meu enchoval de casamento foi comprado lá, e tinha a musica do elevador dizendo o que encontrariamos nos andares. sinto falta dessas coisa, e nao sou tao idosa assim, so tenho 40.
Comentário por Miriam Gomes — 27/3/2010 @ 1:25
Boa noite à todos ,
Corcordo com às observações da AMIGA anterior tenho apenas 35 Anos sinto saudades,daquela epoca pois ia ao MAPPING para tomar café o famoso chá das CINCO e fazer compras pois tratava-se de uma loja de departamentos sofisticados para época
Comentário por Alexandre Alves dos Santos — 29/3/2010 @ 19:13
Parabens ,linda matéria, sou ex funcionario do mappin west plaza, expedição, pena que fomos roubados e enganados pelo Mansur.
Comentário por Ronaldo — 5/4/2010 @ 20:06
Bons tempos.
Eu era cliente de carteirinha do Mappin. Me lembro que na época de natal as lojas ficavam todas enfeitadas com luzes, era um clima muito bom. O que eu mais frequentava era o da praça ramos de azevedo. Me lembro dos acenssoristas dos elevadores que indicavam o departamento em cada andar da loja. As promoções que o Mappin fazia eram imbatíveis.
O Mappin para mim deixou boas lembranças.
Comentário por Michel — 14/4/2010 @ 17:19
Meu enchoval comprei no mappin e tenho ate hoje e olha que faz 25 anos de casada foi em 1986 e olha que são peças unicas Porem comprava no Mappin da São João e do Mappin do Itaim Bibi era cliente assidua mesmo morando em jundiai enfrentava a rodovia anhanguera so pra estar nesta loja Que saudades desta loja hoje so o que fazemos e lamentar , por não encontramos algo do Patamar desta loja os clientes eram satisfeitos os funcionarios sempre com o sorriso no rosto para atender os clientes … que saudades da musiquinha de liquidaçao de abertura dos intervalos de novelas onde dizia Mappin venha correndo mappin abre ate a meia noite mappin e a liquidaçao liquidaçao e so no mappin … venha correndo mappin assim por adiante …..
Comentário por Neusa — 6/5/2010 @ 16:09
Estou contando minha história num blog,e lá conto
que o Mappin entrou na minha vida muito cedo.
Quando nasci em 1950,minha mãe morava na Av.Ipiranga
com a Santa Ifigênia,e comprar no Mappin,era passeio
normal,pois minha mãe conheceu a loja em 1930.Tomou
o famoso chá das 5 lá várias vezes.O primeiro
marido dela foi tb. lá que ela conheceu,olhando
vitrines.Me lembro de minha mãe comprando as luvas
que usei parair num casamento de uma parenta.
Já mocinha e trabalhando no Centro ia sempre no
Mappin para passear.Em 1972 comprei meu primeiro
relógio.O tempo passou e já casada compramos o pri
meiro rádio (enorme) e a primeira tv.colorida da
Telefunken,que estragou com 7 meses de uso.Meu
primeiro filho aos 5 anos,nem sabia ler,as
conhecia o caminhão do Mappin.
Mas se tem algo que me deixa triste é ouvir a
música que o Michael Jackson fez com aquela turma
de cantores nos anos 80 (da década passada).
Eu,meu marido e meu filho,estávamos no Mappin ABC
quando num telão ouvi a música pela primeira vez.
Tínhamos ido lá passear,até nesse dia encontrei
uma prima muito querida,a Gilda,e tb.comprei um
relógio de pulso Seiko.O Mappin fez parte da
minha vida,e da vida de muitos brasileiros.
Deixou marcas e profundas.Hoje perto dos 60,penso
que o Mappin pode voltar…mas nunca será o mesmo.
Quem é?
Um abraço saudoso a todos que amaram e amam o
Mappin
Yra doce.
Comentário por Yra doce. — 11/5/2010 @ 5:27
Ah..conheci várias lojas,mas a da Praça Ramos de
Azevedo sempre foi a minha preferida.
E aquele político que me falta o nome agora,
que procurou ajudar os ex-funcionários,como
ficou?Ah…Luis Antonio Medeiros…
Comentário por Yra doce. — 11/5/2010 @ 5:31
trabalhei no mappin sao joao e no tatuape adorava traalhar la. so sai com o fechamento.
Comentário por maria trindade — 19/5/2010 @ 14:35
Oi, estou a procura de meu pai que foi funcionario da loja mappin da av são joão em sp, ele trabalhou na decada de 70 junto com minha mãe que erra telefonista, se alguem o conhecer favor falar de mim. O nome do meu pai é Luiz da Costa Lima e minha mãe chama-se Emilia da Silveira. Estou muito ançioso por noticias dele pois ja estou com 32 anos e não o conheço.
obs: Os dois se conheceram em 76 e eu nasci em 77.
Comentário por luiz claudio — 23/5/2010 @ 12:51
Na década de setenta, era office-boy, na hora do almoço comiaum churrasco grego na sete de abril, jogava um fliperama na Marconi e ia, ao Mappin, praça Ramos, no departamento de camping, no qual ficava admirando as armas de fogo nas vitrines internos dos balcões,era um frizon vendo aqueles balconistas manipulando aquelas armas nos balcões, subindo alguns andares no setor instrumentos musicais, onde sempre havia um pianista tocando,e algumas pessoas tocando uma canja para aparecer, subia de elevador dedescia pela escadaria vendo as novidades,eusó não gostava daqueles seguranças que ficavam do lado de fora,todos com uniformes pretos, olhando desconfiados para as sacolas das mulheres, as vezez fazendo com que as mesmas fossem abertas para revistas, que constrangimento…
Comentário por montana — 27/6/2010 @ 19:24
Tbm trabalhei no Mappin, mas por poucos meses em 1980. Entrei em setembro saí em janeiro, por que minha família mudou-se p/ Curitiba. Qtas saudades. lcjandrade@bol.com.br
Comentário por Luiz Andrade — 10/7/2010 @ 21:35
Ah eu cheguei até aqui tentando achar o jingle de natal do Mappin que era + ou – assim:
“Já vêm o natal
e o ano novo logo vai chegar,
é hora agora de presentes Mappin…
…
das 08:00 à meia:noite o Mappin é natal,
é natal sim, natal com Mappin”.
não consegui encontrar se alguém souber onde têm por favor me dê um toque.
Comentário por Luiz Andrade — 10/7/2010 @ 21:39
NÃO SÓ TRABALHEI NO MAPPIM COMO FIZ MUITOS AMIGOS INFELIZMENTE AS PORTAS DO MAPPIM SE FECHARAM DEIXANDO MUITAS SAUDADES NÃO SÓ PARA OS MAPPIANOS MAIS PARA A HISTORIA DE SÃO PAULO.
Comentário por valmir — 7/8/2010 @ 16:32
me lembro muito bem…..
mas alguém teria uma foto do caminhão do mappin para me mandar….
muito obrigado
ahhh.. mamãe também trabalhou no mappin são joão.
Comentário por Robson Luiz — 29/8/2010 @ 12:01
falar de mappin é simplesmente respirar pausadamente,quantas pessoas se conheceram dentro da loja e fizeram grandes histórias,confesso que foi no mappin abc que conheci a grande paixão de minha vida,porén não tive a felicidade de prosseguir neste relacionamento,mas valeu….
fran 05/09/2010.
Comentário por jose francisco da silva — 5/9/2010 @ 14:30